quinta-feira, janeiro 26, 2006

Ver o que não é preciso

Dou comigo a pensar porque razão litros e litros de gasóleo e gasolina são gastos pelo executivo camarário e respectivos coadjuvantes durante o dia e mesmo à noite; é certo que é elevado o sentido de rotação do pescoço dos ocupantes mas eu volto a questionar-me se esse persistente acto será em busca de algo que possa romper com o efectivo bem-estar dos contribuintes ou se as ditas viaturas consomem quilómetros atrás de quilómetros à caça de infracções de trabalhadores camarários ou de possíveis movimentos da oposição libata.
Porque só quem não tem o propósito do bem comum pode permitir que a recente saída do Parque Industrial não tenha um só sinal de concessão de prioridade. Sacrifico os meus nós dos dedos batendo três vezes na secretária do meu PC, mas um dia destes acontecerá aquilo que eu estive prestes a observar: um zé-esperto que se mete à estrada sem diminuir a marcha em direcção ao Alandroal olhando apenas para o seu lado esquerdo, enquanto do lado desta vila uma viatura ultrapassava um camião, o que lhe é permitido dada a existência de um traço descontínuo. Outra situação onde se respira uma atmosfera de perigo constante é na embrulhada dos cruzamentos que conduzem e saem da zona do Intermarché.É que não existem nem redutores de velocidade nem sinalização horizontal. Volto a bater na madeira 3 vezes !!!